Milho recua moderadamente no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 36 (horário de Brasília) desta sexta-feira (14), o milho na Bolsa de Chicago perdia 2,00 pontos e 0,61%, a US$ cents 323.25/bushel, no contrato setembro. O contrato de dezembro recuava 1,75 ponto e 0,52%, a US$ cents 337.00/bushel.

No fechamento de quinta-feira (13), o cereal registrou alta 10,75 pontos e 3,42% contrato de setembro, a US$ 325.25/bushel. O dezembro avançou 11,50 pontos e 3,51%, a US$ 338.75/bushel.

Em movimento de realização de lucros, após disparada na véspera repercutindo sinais de demanda aquecida na China e avaliação dos danos em terra agrícolas no estado de Iowa após forte tempestade no início da semana, os futuros do milho passam a cair.

Além disso, é esperado para amanhã que representantes de Pequim e Washington se reúnam em videoconferência para possíveis revisões da “fase 1” do acordo comercial, mas o mercado se divide quanto às possíveis decisões da conversa.

Como suporte ao mercado, ontem (13), o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, em inglês) informou que 110 mil toneladas do cereal norte-americano foram vendidas para destinos desconhecidos na safra atual e nova.

Além disso, o USDA também divulgou os dados dos registros de exportação até dia 06 de agosto, que totalizaram 377 mil t na safra 2019/20, uma alta de 269% sobre as 102 mil t na semana passada e 22% maiores do que a média semanal. No período, 76 mil t foram registradas para a China.

Por outro lado, na safra 2020/21, o registro de exportação dos Estados Unidos totalizou 553 mil t, 78 % abaixo das 2,60 milhões de t na semana anterior e cerca de 30% abaixo da média semanal. No período, não houve venda para a China.