Às 08 h 36 (horário de Brasília) desta segunda-feira (17), o milho na Bolsa de Chicago avançava 3,00 pontos e 0,92%, a US$ cents 327.50/bushel, no contrato setembro. O vencimento dezembro subia 3,75 pontos e 1,11%, a US$ cents 341.75/bushel.
No fechamento de sexta-feira (14), o cereal registrou alta 0,75 ponto e 0,23% contrato de setembro, a US$ 324.50/bushel. O dezembro caiu 0,75 pontos e 0,22%, a US$ 338.00/bushel.
Os futuros do milho são valorizados nesta sessão repercutindo as expectativas com a continuidade da demanda chinesa, além de preocupações em relação aos possíveis danos causados pela tempestade na semana anterior em áreas de milho no cinturão norte-americano. Agências internacionais apontam que até 15 milhões de hectares no Meio-Oeste podem ter tido impactos.
No último sábado (15), estava marcada uma reunião virtual entre China e EUA para discutir o acordo comercial “fase 1”, mas ela acabou sendo cancelada, segundo agências internacionais. Ainda assim, parte do mercado vê o adiamento como possibilidade de a China ampliar compras e atingir suas metas no documento.
Pequim aprovou a primeira patente da candidata a china contra o coronavírus. Ela já se encontra na terceira fase e está sendo desenvolvida pelo Instituto Científico Militar e pela farmacêutica CanSino Biologics.
Para hoje, são esperados os novos relatórios de embarques semanais e estágios e condições das lavouras pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês).