Às 12 h 01 (horário de Brasília) desta terça-feira (18), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro perdia 0,25 ponto e 0,03%, a US$ 912.25/bushel. O novembro recuava 0,75 ponto e 0,11%, a US$ 914.25/bushel. Os contratos de vencimento mais distante registravam alta leve.
Os futuros da soja oscilam positivamente nesta manhã após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontar que as lavouras do país em condições boas/excelentes até dia 16 de agosto atingiram 72%, uma queda ante os 74% da semana anterior. As áreas com condição regular atingiam 21% e ruim/muito ruim representavam 7%.
Em aspecto negativo, os embarques semanais de soja dos Estados Unidos totalizaram 785 mil toneladas na semana finalizada no dia 13 de agosto, sobre 786 mil t na semana anterior, aponta o USDA. Os números ficaram 60% menores do que a média semanal de 1.978 mil t necessária. Além disso, os investidores esperam novas compras chinesas da soja norte-americana.
A reunião inicialmente marcada para o último final de semana entre China e EUA para discutir o acordo comercial foi desmarcada em cima da hora, sem explicações. Depois de oito dias seguidos de compras, a China ainda não fez nenhuma aquisição da soja norte-americana acima de 100 mil toneladas desde então.
O USDA reportou mais cedo a venda de 130 mil t de soja para destinos desconhecidos para 2020/21, além de mais dois anúncios de milho, de 195 mil t e 130 mil t, também para destinos não revelados no mesmo ano safra.