Às 08 h 24 (horário de Brasília) desta quinta-feira (20), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro perdia 5,75 pontos e 0,63%, a US$ 906.75/bushel. O novembro caía 5,75 pontos e 0,60%, a US$ 908.25/bushel.
No fechamento de quarta-feira (19), a oleaginosa subiu 0,25 ponto e 0,03% no contrato de setembro, a 914.00/bushel. O novembro avançou 0,50 ponto e 0,05%, a US$ cents 912.50/bushel.
Os futuros da soja voltam ao campo negativo nesta sessão noturna com investidores avaliando positivamente as estimativas para a safra norte-americana 2020/21 e os potenciais de produtividade de cada região do Meio-Oeste dos Estados Unidos.
Além disso, após condição climática mais firme nesta semana, já há um indicativo de retorno das precipitações para o final do mês e início de setembro.
Como fator de suporte, ontem (20), os EUA realizaram uma venda de soja para a China de 192 mil t, referente ao ano comercial de 2020/21. Os investidores esperam que o gigante asiático realize novos negócios para avançar no cumprimento do acordo comercial.
O mercado espera o novo relatório de registros semanais de exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).