Milho tem queda forte nesta sessão diurna da CBOT

Às 12 h 13 (horário de Brasília) desta quinta-feira (20), o milho na Bolsa de Chicago perdia 3,25 pontos e 1%, a US$ cents 321.75/bushel no contrato de setembro. O dezembro recuava 3,00 pontos e 0,88%, a US$ cents 336.75/bushel.

Os futuros do milho, assim como a soja, recuam nesta sessão acompanhando previsão de clima mais favorável no cinturão produtivo dos Estados Unidos, com safra em desenvolvimento, após uma semana de tempo mais seco no Meio-Oeste. Além disso, há atenção ao financeiro e registros semanais.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), até dia 13 de agosto, os registros semanais de milho tiveram queda na média semanal de cerca de 15% na safra 2020/21, totalizando 852 mil t. Apesar disso, houve alta de mais de 30% sobre o último relatório. No período, não houve venda para a China.

Da safra 2019/20, foram registradas 62 mil t sobre 377 mil t vendidas na semana anterior. A projeção total de 45,59 milhões de t na temporada está próxima de ser atingida, com acumulado de 44,22 milhões de t até o momento.
Somando as duas safras, foram registradas 785 mil t.

Vale destacar que as previsões apontam retorno das chuvas para o final de agosto e início de setembro nas áreas agrícolas dos EUA. O USDA continua realizando levantamentos sobre os estragos no estado de Iowa após uma forte tempestade na última semana. Entretanto, possíveis altas exageradas anteriores vêm sendo corrigidas.

A desvalorização do WTI também vem sendo acompanhada pelos investidores do milho devido sua participação no setor energético, pois afeta diretamente a competitividade do etanol. Nesta sessão, a queda é de cerca de 1%, negociado pouco acima de US$ 42/barril.