Às 08 h 31 (horário de Brasília) desta terça-feira (25), o milho na Bolsa de Chicago subia 5,75 pontos e 1,73%, a US$ cents 337.50/bushel, no contrato setembro. O contrato de dezembro avançava 6,50 pontos e 1,81%, a US$ cents 351.50/bushel.
No fechamento de segunda-feira (24), o cereal subiu 4,75 pontos e 1,45% no contrato de setembro, a US$ 331.75/bushel. O dezembro avançou 4,50 pontos e 1,32%, US$ 345.00/bushel.
Os futuros do milho são fortemente valorizados nesta sessão com a piora representativa na condição das lavouras como consequência da última semana mais seca no Meio-Oeste do país. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou que as lavouras em condições boas/excelentes caíram para 64% até dia 23, ante 69% na semana anterior.
As áreas com condição regular atingiam 24% e ruim/muito ruim representavam 12%. Além disso, o mercado ainda assimila as possíveis perdas no estado de Iowa com uma forte tempestade na semana do dia 10.
Ainda em viés positivo, há a expectativa do mercado em relação ao seguimento e ampliação das vendas de produtos agrícolas norte-americanos para a China para esta semana a fim de Pequim demonstrar comprometimento no cumprimento do acordo comercial “fase 1”, apesar dos imbróglios no campo político entre China e EUA.
Em viés negativo, as previsões de retorno das chuvas, ainda que irregulares, nesta semana para lavouras do Meio-Oeste dos EUA também segue no radar dos negociadores da Bolsa de Chicago.