Às 13 h 37 (horário de Brasília), desta quarta-feira (26), o contrato de setembro caía 0,75 ponto e 0,22% na Bolsa de Chicago (CBOT), a US$ cents 340.00/bushel. O dezembro recuava 0,25 ponto e 0,21%, a US$ cents 354.00/bushel. Os contratos mais longos oscilavam entre ganhos e perdas.
O cereal segue assimilando o movimento técnico de realização de lucros depois da forte alta de mais de 2% na véspera.
Além disso, repercute a previsão climática de retorno das chuvas nas regiões de lavouras no Meio-Oeste dos Estados Unidos pelos próximos dias, conforme o Centro de Previsão Meteorológica (WPC, sigla em inglês) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês). A aproximação do furacão Laura também deve causar instabilidades no Texas e Louisiana já nas próximas horas, mas não há indicativo de condições severas ao Meio-Oeste no momento.
Por outro lado, os sinais de melhora na demanda chinesa com a reafirmação do acordo comercial entre os EUA e a China também seguem no radar. Na segunda-feira (23), o vice premiê chinês, Liu Hu, o representante comercial norte-americano, Robert Lighthizer e o Secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, conversaram virtualmente na véspera e reafirmaram a Fase 1 do acordo, apesar das recentes tensões políticas estabelecidas entre as nações.
Atenção também para a aprovação da Agência de Serviços Agrícolas (FSA, sigla inglês) do USDA da liberação de ajuda de US$ 9,22 bilhões para os produtores rurais norte-americanos afetados pela pandemia de Covid-19.