Milho encerra a quarta-feira com queda expressiva na B3

No fechamento desta quarta-feira (26), às 16 h 50 (horário de Brasília), o contrato de setembro do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou perdas de 1,79% e foi negociado a de R$ 60,29/saca (no pregão anterior fechou a R$ 61,39/saca); durante o dia chegou ao nível recorde de R$ 61,52. Enquanto o novembro caiu 2,92%, a R$ 59,35/saca (sobre R$ 61,14/saca).

O mercado teve o dia influenciado pelo movimento técnico de realização nos lucros depois da valorização nas duas últimas sessões e oscilações entre ganhos e perdas nesta tarde.

Além disso, o mercado acompanha o início dos trabalhos de plantio da safra de verão 2020/21 de milho no Paraná. O Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento informou que a semeadura já atingiu 1% da área prevista até a última semana.

Em relação ao clima, a previsão de tempo seco e temperaturas altas na maior parte das regiões de lavouras no Brasil Central nos próximos dias seguem no radar, visto que favorecem os trabalhos de colheita da safra de inverno, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Também houve influência internacional da queda de 0,25 ponto no contrato spot do milho, apesar da valorização na soja e no trigo mole negociados na Bolsa de Chicago (CBOT).