Às 08 h 26 (horário de Brasília) desta sexta-feira (28), o milho na Bolsa de Chicago perdia 0,50 ponto e 0,15%, a US$ cents 343.75/bushel, no contrato setembro. O contrato de dezembro recuava 0,75 ponto e 0,21%, a US$ cents 357.75/bushel.
No fechamento de quinta-feira (27), o cereal subiu 3,75 pontos e 1,10% no contrato de setembro, a US$ 344.25/bushel. O dezembro avançou 4,25 pontos e 1,20%, a US$ 358.50/bushel.
Os futuros do milho perdem força nesta sessão, após fortes valorizações na véspera, em movimento de realização de lucros. A demanda chinesa se mostra aquecida, com informe do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) de venda de 747 mil toneladas de milho para o gigante asiático do ano comercial 2020/21.
Ainda na véspera, o USDA apontou que o registro de exportação do milho 2020/21 norte-americano totalizou 1,18 milhão de toneladas até 20 de agosto, 42% acima da média semanal de 829 mil t necessária para atingir as projeções. Na safra 2019/20, foram registradas 270 mil t, sobre 62 mil t vendidas na semana anterior.
Por outro lado, o mercado também está atento para as tempestades nos EUA, que já ocasionaram perdas recentes no estado de Iowa. O furacão Laura, categoria 3, já passou pela Louisiana deixando estragos para a população civil. Vale lembrar que algumas plataformas de petróleo do Golfo do México já foram fechadas devido aos riscos. A DATAGRO continua monitorando a região.
Apesar disso, não há indicativos de danos com o fenômeno em áreas agrícolas dos EUA.