Às 08 h 26 (horário de Brasília) desta terça-feira (01), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro perdia 3,00 pontos e 0,31%, a US$ 950.50/bushel . O janeiro registrava perdas de 3,00 pontos e 0,31%, a 956.75/bushel. Os contratos de vencimento mais longe eram negociados nos campos positivos e negativos.
No fechamento de segunda-feira (31), a oleaginosa subiu 0,75 ponto e 0,08% no contrato de setembro, a 951.25/bushel. O novembro avançou 3,00 pontos e 0,32%, a US$ cents 953.50/bushel.
Os futuros da soja oscilam nesta sessão repercutindo a previsão climática de chuvas leves e muito irregulares no Meio-Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias. Os operadores consideram os volumes previstos ainda insuficientes após tempo seco.
Conforme esperado pelo mercado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) trouxe piora na condição das lavouras de soja do país, com boas/excelentes em 66% até o dia 30 de agosto, ante 69% na semana anterior, regulares em 24% e ruim/muito ruim representavam 10%.
A soja nos Estados Unidos tinha ainda 95% da área prevista em formação de vagem e 8% em maturação.
O mercado também espera pela continuidade das compras chinesas dos produtos agrícolas dos EUA devido ao cumprimento do acordo comercial “fase 1” firmado entre as potências no início do ano. Ontem (31), no entanto, não houve registros acima de 100 mil toneladas.
Por outo lado, repercute o último boletim de embarques semanais de soja dos Estados Unidos, com 805 mil toneladas na semana até o dia 27 de agosto, 54% abaixo da média semanal de 1,78 milhão de t, segundo o USDA, e também menor que a semana anterior.