Às 08 h 35 (horário de Brasília) desta terça-feira (01), o milho na Bolsa de Chicago perdia 4,50 pontos e 1,26%, a US$ cents 353.25/bushel, no contrato dezembro. O contrato de março recuava 4,50 pontos e 1,22%, a US$ cents 363.00/bushel.
No fechamento de segunda-feira (31), o cereal subiu 2,50 pontos e 0,72% no contrato de dezembro, a US$ 348.50/bushel. O março avançou 1,50 ponto e 0,42%, US$ 357.75/bushel.
Os futuros do milho registram queda nesta sessão, após fortes altas anteriores, em realização de lucros. Em complemento, os embarques do cereal norte-americano totalizaram 402 mil toneladas até dia 27 de agosto, aponta o boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
O resultado ficou 55% menor do que as 892 mil t da semana anterior e 89% abaixo da média semanal de 3,93 milhões de t necessária para totalizar a safra.
Apesar disso, o USDA também apontou uma melhora na demanda chinesa nos últimos dias, colaborando com o sentimento mais otimista para o cumprimento do acordo comercial. Na véspera, foi informada uma venda 596 mil toneladas de milho norte-americano para a China referente ao ano comercial de 2020/21.
Os baixos volumes de chuva esperados para o Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias seguem no radar, mas são considerados insuficientes ante os últimos dias. Inclusive, as lavouras do cereal do país em condições boas/excelentes caíram para 62% até dia 30, sobre 64% na semana anterior.
As áreas com condição regular atingiam 24% e ruim/muito ruim representavam 14%, aponta o USDA. O milho nos Estados Unidos tinha ainda 94% da área prevista em espigamento, além de 63% em formação de grãos e 12% em maturação.