Às 08 h 17 (horário de Brasília) desta terça-feira (08), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro subia 0,50 ponto e 0,05%, a US$ cents 968.50/bushel. O março avançava 1,25 ponto e 0,34%, a US$ cents 974.50/bushel. Mercado próximo de US$ 9.80 por bushel, maior valor desde janeiro deste ano.
No fechamento de sexta-feira (04), a oleaginosa subiu 2,00 pontos e 0,21% no contrato de novembro, a US$ 968.00/bushel. O março saltou 1,25 ponto e 0,13%, a US$ 973.50/bushel.
Os futuros da soja registram alta nesta sessão motivados pela expectativa de demanda chinesa aquecida. Vale destacar que Pequim vem combatendo por todas as frentes os riscos da segurança alimentar e nas últimas duas semanas comprou volumes expressivos de produtos agrícolas dos Estados Unidos.
O mercado espera, com atraso devido ao feriado Labor Day da véspera, o novo boletim de embarques semanais dos EUA pelo Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês) e os estágios e condições das lavouras norte-americanas.
No campo político, por outro lado, China e EUA continuam em tensão. Pequim propôs lançar um projeto global de segurança de dados em meio acusações de Donald Trump sobre o uso indevido de informações dos cidadãos norte-americanos pelo país.
Trump, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca, afirmou que os Estados Unidos deveriam deixar de fazer negócios com a China.