Às 13 h 08 (horário de Brasília), desta terça-feira (08), o contrato de novembro da soja avançava 0,50 ponto e 0,05% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 968.50/bushel. O janeiro subia 0,75 ponto e 0,08%, a US$ cents 974.25/bushel. Os contratos mais longos oscilavam entre ganhos e perdas.
O mercado assimila as informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) de embarques melhores na última semana e sinais de recuperação da demanda chinesa.
Nesta manhã, a China realizou duas compras da oleaginosa norte-americana da temporada 2020/21 de 400 mil t e de 264 mil t, totalizando 664 mil t. Aliviando assim, a tensão estabelecida ontem entre os países depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que deve deixar de fazer negócios com os asiáticos, como a importação de produtos de algodão.
Há pouco, o Departamento apontou que o volume da soja norte-americana embarcada na semana finalizada no dia 03 de setembro totalizou 1,29 milhão de toneladas, 60% acima das 809 mil t na semana anterior e 17% melhor do que a média semanal de 1,10 milhão de t necessária para a safra 2020/21.
Por outro lado, os traders passam a se atentar para a nova previsão climática instável para o Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias. O Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) alerta para chuvas de 125mm em Iowa, além de volumes menores em Minnesota, Wisconsin, Illinois e Indiana.