No fechamento desta terça-feira (08), às 16 h 55 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou ganhos de 3,09% e foi negociado a de R$ 58,36/saca (no pregão anterior fechou a R$ 56,61/saca). Enquanto o março subiu 2,41%, a R$ 57,72/saca (sobre R$ 56,86/saca).
O mercado teve o dia motivado pelo movimento de ajustes nas posições depois da desvalorização no início da sessão, nos últimos dias e no início do mês. Além da valorização de mais de 1% no câmbio, cotado a R$ 5,36.
Em relação aos embarques do cereal do Brasil, foram totalizadas 1,89 milhão de toneladas até o dia 04 de setembro, uma alta de 16% sobre as 1,63 milhão de t na semana anterior, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. O volume registrado também ficou 77% acima da média semanal de 1,07 milhão de t para totalizar as estimativas da safra 2020/21.
Por outro lado, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontou que os próximos dias continuarão sendo marcados por tempo seco e baixa umidade para a maior parte do Brasil Central, favorecendo os trabalhos de colheita da safra de inverno
No cenário externo, os ganhos de 5,00 pontos no contrato spot da soja e 3,75 pontos no milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) também influenciaram o dia. Apesar da queda de 6,50 pontos no trigo mole na CBOT.