Às 08 h 35 (horário de Brasília) desta quarta-feira (08), o milho na Bolsa de Chicago perdia 2,00 pontos e 0,55%, a US$ cents 359.75/bushel, no contrato dezembro. O contrato de março recuava 1,75 ponto e 0,47%, a US$ cents 370.25/bushel.
No fechamento de terça-feira (08), o cereal subiu 3,75 pontos e 1,05% no contrato de dezembro, a US$ 361.75/bushel. O março avançou 3,50 pontos e 0,95%, a US$ 372.00/bushel.
Os futuros do milho caem nesta sessão, após fortes altas da véspera, em movimento de realização de lucros. O mercado também recebe influência do financeiro fraco, com petróleo em mínimas de meses, e tensões entre Estados Unidos e China, podendo comprometer o acordo comercial.
Por outro lado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou ontem (08) que 782 mil toneladas do cereal da safra 2020/21 foram exportadas até o dia 03 de setembro. Alta de 84% sobre as 424 mil t da semana anterior, mas queda de cerca de 27% ante a média semanal.
Os investidores também repercutem piora nas condições das lavouras de milho dos Estados Unidos, com as boas/excelentes condições em 61% até dia 06 de setembro, sobre 62% na semana anterior. As áreas com condição regular atingiam 25% e ruim/muito ruim representavam 14%, informou o USDA.
Apesar disso, a nova previsão climática aponta clima mais instável para o Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias. O Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) alerta para chuvas de até 125 mm em Iowa nos próximos cinco dias, mas volumes menores em Minnesota, Wisconsin, Illinois e Indiana.