No fechamento desta quinta-feira (10), às 17 h 16 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou ganhos de 1,59% e foi negociado a R$ 58,72/saca (no pregão anterior fechou a R$ 57,80/saca). Enquanto o março subiu 2,29%, a R$ 58,50/saca (sobre R$ 57,19/saca).
Os preços do cereal foram motivados pela oferta interna limitada e alta do prêmio no preço livre a bordo (FOB, na sigla em inglês). Além da movimentação técnica de ajustes nas posições depois da queda moderada na véspera.
Além disso, o mercado acompanha as condições climáticas para o Brasil com o fenômeno La Niña confirmado pelos cientistas do Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês). No Brasil, as chuvas em anos do fenômeno tendem a ficar acima da normalidade no Centro-Norte entre dezembro deste ano a fevereiro de 2021.
Já em aspecto negativo aos preços, os próximos dias serão marcados por tempo seco e baixa umidade para a maior parte do Brasil Central nos próximos dias, favorecendo os trabalhos de colheita da safra de inverno.
Os ganhos no câmbio, cotado a R$ 5,31, também repercutiram nesta tarde.
Internacionalmente, o contrato spot do milho saltou 4,75 pontos na Bolsa de Chicago (CBOT), apesar da soja e do trigo mole recuarem.