No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta sexta-feira (11), o contrato de novembro registrou ganhos de 18,50 pontos e 1,89% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 996.00/bushel. O março subiu 17,75 pontos e 1,81%, a US$ cents 999.25/bushel.
A última sessão da semana foi impulsionada pelo otimismo sobre a recuperação da demanda global e chinesa ainda em meio ao COVID-19, além dos relatórios sobre a oferta e demanda e registros de exportação atualizados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
A projeção do estoque final da soja 2019/20 nos Estados Unidos totalizou de 15,64 milhões de t em setembro, segundo o USDA. O resultado ficou abaixo das 16,73 milhões de t em agosto e da expectativa do mercado de 16,50 milhões de t.
Já o estoque final 2020/21 do país atingiu 12,52 milhões de t, sobre 16,59 em agosto e levemente abaixo da expectativa do mercado de 12,80 milhões de t.
A safra 2020/21 do país também teve redução, mas ficou levemente acima do que o mercado esperava.
Em relação aos registros de exportação, o Departamento apontou que a oleaginosa safra 2020/21 norte-americana totalizou 3,16 milhões de toneladas até 03 de setembro. O resultado representa uma alta de 79% sobre 1,76 milhão de t na semana anterior e 477% acima da média de 548 mil t para atingir as projeções. No período, houve vendas de 1,59 milhão de t apenas para a China.
Além disso, o USDA também divulgou mais cedo a venda de 222 mil t de soja referente ao mesmo ano comercial 2020/21 para destinos desconhecidos e 262 mil t para a China no mesmo período.