Milho registra queda leve pregão noturno da CBOT

Às 08 h 30 (horário de Brasília) desta terça-feira (15), o milho na Bolsa de Chicago perdia 1,75 ponto e 0,47%, a US$ cents 367.75/bushel, no contrato dezembro. O contrato de março recuava 1,75 ponto e 0,46%, a US$ cents 377.25/bushel.

No fechamento de segunda-feira (14), o cereal subiu 1,00 ponto e 0,27% no contrato de dezembro, a US$ cents 369.50/bushel. O março avançou 0,75 ponto e 0,20%, a US$ cents 379.00/bushel.

Os futuros do milho registram queda nesta sessão noturna repercutindo a piora menor que o esperado para as lavouras dos Estados Unidos. De acordo com as informações do Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês), as de condições boas/excelentes caíram para 60% até dia 13 de setembro, sobre 61% da semana anterior.

Já as áreas com condição regular atingiam 25% e ruim/muito ruim representavam 15%. O mercado esperava uma piora mais parecida com a da soja, em que as lavouras em condições boas/excelentes atingiram 63% até dia 13 de setembro, ante 65% da semana anterior diante das condições climáticas registradas nos últimos dias.

Além disso, a colheita do cereal milho da safra 2020/21 teve início nos EUA, com 5% da área prevista até o dia 13 de setembro. Os trabalhos estão mais adiantados que no mesmo período de 2019 (3%), mas igualam a média histórica de 5% para o período.

Ainda em aspecto negativo, os embarques norte-americanos na última semana totalizaram 879 mil toneladas, uma queda de 1% sobre as 888 mil t na semana anterior e 22% abaixo da média semanal de 1,13 milhão de t da safra. Por outro lado, os negociadores esperam mais compras chinesas dos produtos agrícolas dos EUA a fim de manter o acordo comercial entre as potências.