Às 11 h 44 (horário de Brasília) nesta terça-feira (15), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro perdia 5,75 pontos e 0,55%, a US$ cents 993.75/bushel. O março recuava 3,75 pontos e 0,37%, a cents US$ 998.25/bushel.
Os futuros da soja recuam nesta sessão em movimento de realização de lucros, após fortes altas na véspera e no pregão noturno. O impulso de mais cedo veio por causa da piora nas condições das lavouras dos Estados Unidos, além da continuidade da demanda chinesa pelos grãos norte-americanos.
As plantações em condições boas/excelentes atingiram 63% até dia 13 de setembro, ante 65% da semana anterior, regulares ficaram 26% e ruim/muito ruim representavam 11%, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
As perdas são reduzidas também pelos informes de vendas pelo USDA. Para a China, foram 132 mil toneladas da oleaginosa do ano comercial 2020/21. Em complemento, a mesma quantidade também foi vendida para destinos desconhecidos referente ao mesmo período.
A previsão do tempo continua sendo um fator de observação do setor, já que o Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) informou que a previsão para o Meio-Oeste dos EUA é de clima seco para a maior parte das áreas monitoradas.