Às 08 h 27 (horário de Brasília) desta terça-feira (22), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro avançava 4,50 pontos e 0,44%, a US$ cents 1027.00/bushel. O março subia 4,75 pontos e 0,47%, a US$ cents 1025.75/bushel. Alguns contratos registravam desvalorização nesta sessão.
No fechamento de segunda-feira (21), a oleaginosa perdeu 21,00 pontos e 2,01% no contrato de novembro, a US$ cents 1022.50/bushel. O março registrou queda de 19,75 pontos e 1,89%, a US$ cents 1021.00/bushel.
Apesar da queda da soja na véspera, os futuros da oleaginosa voltaram ao campo positivo com expectativas de continuidade da demanda chinesa em relação aos produtos agrícolas dos EUA. Entretanto, há os temores de novos lockdowns na Europa devido ao aumento no número de casos de coronavírus.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou que os embarques semanais dos EUA atingiram 1,31 milhão de toneladas até o dia 17 de setembro, 20% acima da média semanal de 1,08 milhão de t. Porém, 19% menores do que 1,63 milhão de t da semana anterior.
A previsão climática também continua dando suporte aos altos preços futuros, já que a semana será marcada por tempo seco na maior parte do Meio-Oeste dos EUA, prejudicando o desenvolvimento de soja e milho. Apesar da possibilidade de chuvas fracas no Sul da região produtora.
Por outro lado, a colheita da oleaginosa nos EUA também segue no radar e já atingiu 6% da área prevista até dia 20 de setembro, aponta o USDA, e as lavouras em condições boas/excelentes seguem em 63%.