Milho opera em campo misto nesta sessão noturna da CBOT

Às 08 h 34 (horário de Brasília) desta terça-feira (22), o milho na Bolsa de Chicago subia 1,50 ponto e 0,41%, a US$ cents 371.25/bushel, no contrato dezembro. O março avançava 1,75 ponto e 0,33%, a US$ cents 380.50/bushel. Alguns contratos mais distantes eram desvalorizados pontualmente.

No fechamento de segunda-feira (21), o cereal perdeu 8,75 pontos e 2,31% no contrato de dezembro, a US$ cents 369.75/bushel. O março caiu 8,25 pontos e 2,13%, a US$ cents 379.25/bushel.

Assim como a soja, apesar de perdas em contratos mais distantes, o milho continua sendo influenciado pelas expectativas em relação às compras chinesas dos produtos agrícolas dos Estados Unidos, apesar de temores com tensões entre os dois países.

As previsões climáticas para as lavouras de soja e milho no Meio-Oeste dos Estados Unidos ajudam a sustentar o viés de alta, já que parte da cultura ainda está em fase de desenvolvimento. Apesar disso, há a possibilidade de chuvas fracas na região Sul do país.

Por outro lado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou na véspera que os embarques do cereal 2020/21 no país atingiram 755 mil toneladas até o dia 17 de setembro, uma queda de 19,59% sobre as 939 mil t na semana anterior e de cerca de 30% sobre a média semanal de 1,14 milhão de t da safra.

A colheita de milho nos Estados Unidos atingiu 8% da área prevista até o dia 20 de setembro, sobre 5% na semana anterior, informou o USDA. O Departamento também informou que as lavouras de milho dos Estados Unidos em condições boas/excelentes atingiram 61% até o dia 20 de setembro, ante 60% na semana anterior.