Às 13 h 07 (horário de Brasília), desta terça-feira (22), o contrato de novembro da soja avançava 3,75 pontos e 0,37% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 1026.25/bushel. O janeiro subia 4,00 pontos 0,39%, a US$ cents 1031.50/bushel.
O mercado acompanha a movimentação técnica de ajustes nas posições depois da queda de 21 pontos no spot na véspera, com preços renovando suas máximas de dois anos.
Além disso, o otimismo permanece voltado para a demanda chinesa por produtos agrícolas norte-americanos aquecida, apesar dos temores sobre a relação política e comercial entre os líderes dos países.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) reportou hoje a venda de mais 266 mil toneladas de soja 2020/21 dos EUA para o gigante asiático.
Outras 264 mil t de soja também foram vendidas para destinos não revelados referentes ao mesmo ano comercial, aliviando os temores sobre a demanda global em função do crescimento da taxa de contaminação por coronavírus em países da Europa e Índia.
As previsões do Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) também colaboram para os ganhos da sessão, visto que a semana será marcada por tempo seco na maior parte do Meio-Oeste dos EUA. O desenvolvimento de soja e milho pode ser prejudicado, apesar da possibilidade de chuvas fracas em pontos isolados da região produtora.
Por outro lado, a colheita da oleaginosa nos EUA começou e já atingiu 6% da área prevista até dia 20 de setembro, segundo o USDA. Os trabalhos estão mais adiantados que os 2% no mesmo período, mas igualam a média histórica de 6% para o período.