Soja opera em campo misto na sessão noturna da CBOT

Às 08 h 30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (23), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro recuava 0,75 ponto e 0,07%, a US$ cents 1019.00/bushel. O março perdia 1,25 ponto e 0,12%, a US$ cents 1017.75/bushel. Outros vencimentos oscilavam entre o positivo e negativo.

No fechamento de terça-feira (22), a oleaginosa perdeu 2,75 pontos e 0,21% no contrato de novembro, a US$ cents 1019.75/bushel. O março registrou queda de 3,00 pontos e 0,29%, a US$ cents 1019.00/bushel.

Os futuros da soja operam em campo misto nesta sessão com investidores atentos ao clima seco no Meio-Oeste dos EUA. De um lado, o cenário pode favorecer o ritmo da colheita da oleaginosa, mas ainda existem lavouras em desenvolvimento no país.

Como fator de pressão, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) informou na segunda (21) que a colheita da oleaginosa no país começou e já atingiu 6% da área prevista até dia 20, acima dos 2% no mesmo período do ano passado.

Os investidores temem que aumento casos de coronavírus na Europa possa, novamente, ocasionar em novos lockdowns e prejudicar a demanda ainda em recuperação.

Em aspecto positivo, os investidores continuam atentos para a demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos Estados Unidos que segue aquecida e a expectativa que ela se mantenha, apesar do cenário político ainda ser problemático.

Há um ponto de atenção sobre as estimativas de queda da moagem de farelo de soja pela Argentina em quase 9,5% em 2020, apontou a Câmara da Industria de Óleos da Argentina e Centro de Exportações de Cereais (CIARA-CEC, sigla em espanhol).