Às 13 h 07 (horário de Brasília), desta quarta-feira (21), o contrato de novembro da soja avançava 0,25 ponto e 0,02% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 1020.25/bushel. O janeiro seguia estável, a US$ cents 1024.50/bushel. Os vencimentos mais longos oscilavam entre ganhos, estabilidade e perdas.
O mercado assimila a movimentação técnica de ajustes nas posições depois da queda de 2,75 pontos no spot na véspera e negociações mistas no início desta sessão.
Além disso, os preços repercutem positivamente a demanda aquecida por produtos agrícolas dos Estados Unidos, aliviando os temores sobre o acordo comercial com a China e possível segunda onda de coronavírus na Europa.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) informou mais cedo que uma venda de 132 mil toneladas de soja foi realizada para a China no ano comercial 2020/21. Outra venda de 126 mil t da oleaginosa foi feita para destinos não revelados no mesmo período.
As previsões do Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) também colaboram para os ganhos da sessão, com predominância do tempo seco na maior parte do Meio-Oeste dos EUA. O desenvolvimento de soja e milho em algumas lavouras pode ser prejudicado, apesar de favorecer o ritmo da colheita da oleaginosa.
Ontem (22), o USDA também apontou que a umidade do solo considerada adequada em áreas de soja e milho nos EUA caiu para 54% até o dia 20 de setembro, sobre 56% na semana anterior.