Spot do milho atinge novo recorde e opera acima de R$63/saca na B3

Às 14 h 04 (horário de Brasília) desta sexta-feira (25), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) avançava 0,77 ponto e 1,23%, negociado a R$ 63,37/saca. Enquanto o março operava com alta de 1,10 ponto e 1,77%, a R$ 63,40/saca.

O cereal renova seu patamar recorde na sessão influenciado pela movimentação técnica de ajustes nas posições ante perdas da véspera, oferta interna limitada e ganhos no câmbio.

Além disso, o mercado acompanha a previsão climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de chuvas na região Centro-Norte do Brasil pelos próximos dias, desfavorecendo os trabalhos finais de colheita da safra de inverno. Apesar de que o Brasil Central deve permanecer com o tempo seco, o que é favorável para os trabalhos de campo.

No cenário internacional, a soja e o milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) também registravam ganhos moderados e colaboravam com a B3. Já o trigo mole, registrava perdas de 3,25 pontos.

O plantio da safra 2020/21 de milho na Argentina também segue com atraso 5% na comparação com o mesmo período da temporada passado. Mas a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) apontou hoje um avanço de 11% da área estimada de 6,3 milhões de hectares para o ciclo.