Às 11 h 30 (horário de Brasília) nesta segunda-feira (28), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro perdia 9,75 pontos e 0,97%, a US$ cents 992.75/bushel. O janeiro recuava 10,00 pontos e 0,99%, a cents US$ 996.25/bushel.
Os futuros da soja registram queda moderada nesta sessão repercutindo a espera pelos novos relatórios de embarque dos Estados Unidos e estágios e condições das lavouras que serão divulgados pelo Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês).
A colheita da safra 2020/21 do país começou nos últimos dias e o tempo firme tem favorecido o avanço dos trabalhos no campo.
Os investidores também esperam novas sinalizações da demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos EUA a fim cumprir o acordo comercial “fase 1.” O USDA informou hoje que 218,30 mil toneladas de soja foram vendidas para destinos não revelados referente ao ano de 2020/21.
Além disso, houve dois novos anúncios para o milho norte-americano.
Os investidores também estão atentos para as lavouras da América do Sul, principalmente Brasil e Argentina, devido ao clima seco que impede o início do plantio na maioria das regiões produtoras.
Ainda sobre a Argentina, o sindicato que representa os trabalhadores portuários do país segue tentando um novo acordo coletivo com a câmara empresarial que representa os proprietários dos portos privados para cessar uma greve de 24 horas anunciada hoje.