Às 13 h 08 (horário de Brasília), desta segunda-feira (28), os contratos de novembro e janeiro da soja recuavam 6,75 pontos e 0,67% na Bolsa de Chicago, negociados a US$ cents 995.75/bushel e US$ cents 999.50/bushel, respectivamente.
O mercado acompanha a movimentação técnica de realização nos lucros depois dos ganhos na última sessão e oscilações entre altas e baixas no início desta segunda.
Além disso, há atenção voltada para a previsão do Centro de Previsão Meteorológica (WPC), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) de continuidade do clima seco na maior parte do Meio-Oeste dos Estados Unidos, o que favorece os trabalhos de colheita iniciados há poucos dias.
Em relação à demanda, os investidores aguardam por sinais de compras de produtos agrícolas dos EUA pela China em meio à pandemia. Também há temor com os impactos da possível segunda onda de COVID-19 na Europa. Apesar disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) reportou mais cedo que 218,30 mil toneladas da oleaginosa norte-americana foram vendidas para destinos não revelados referente ao ano de 2020/21.
O USDA também informou há pouco que os embarques dos EUA totalizaram 1,21 milhões de toneladas na semana finalizada no dia 24 de setembro, uma queda de 12% sobre os 1,38 milhão de t na semana anterior. Mas os números são considerados positivos para os preços pois ficaram 10% acima da média semanal de 1,10 milhão de t necessária para totalizar as projeções.