No fechamento desta segunda-feira (28), às 16 h 53 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) saltou 2,72% e foi negociado a R$ 65,19/saca (no pregão anterior fechou a R$ 63,46/saca). Enquanto o março subiu 3,25%, a R$ 65,60/saca (sobre R$ 63,53/saca).
O mercado teve o dia marcado pela quebra de recorde nominal histórico em função da demanda aquecida pelo cereal brasileiro e oferta limitada, além do movimento altista da última sexta-feira (25) e preço do frete livre a bordo (FOB, em inglês) forte.
Os ganhos no câmbio, cotado a R$ 5,63, também colaboraram para impulsionar os preços na B3, aumentando a competitividade do milho do Brasil.
Por outro lado, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alertou que temperaturas elevadas e tempo seco irão predominar na região Brasil-Central do Brasil pelos próximos dias, favorecendo os trabalhos finais de colheita da safra de inverno. Apesar da possibilidade de chuvas atingirem partes isoladas do Sul e Sudeste.
Na Bolsa de Chicago (CBOT), a valorização de 6,00 pontos no trigo mole e 1,50 ponto no milho também influenciaram a B3, apesar das perdas na soja.