Às 11 h 40 (horário de Brasília) nesta terça-feira (28), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro perdia 8,00 pontos e 0,80%, a US$ cents 988.25/bushel. O janeiro recuava 7,50 pontos e 0,77%, a cents US$ 992.75/bushel.
O ritmo acelerado da colheita dos EUA continua sendo o principal fator negativo para as negociações em Chicago. De acordo com as informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), a recolha saltou para 20% até 27 de setembro, sobre os 6% da semana anterior.
Esse avanço significativo de 14 pontos percentuais em uma semana está atrelado ao clima mais seco no Meio-Oeste do país, que vem facilitando a os trabalhos da safra 2020/21 e deve ter continuidade nos próximos dias.
Em complemento, o USDA também informou que as lavouras em condições boas/excelentes atingiram 64% até 24 de setembro, um avanço de 2 pontos percentuais ante a semana anterior. As áreas com condição regular atingiam 26% e ruim/muito ruim representavam 10%.
O mercado também repercute a ausência de demanda da China neste início de semana, apesar de vigor do acordo comercial entre os países e registros recentes expressivos. Foi informado mais cedo pelo USDA a venda de 100 mil toneladas da oleaginosa para o México no ano comercial 2020/21.