Soja opera em queda moderada nesta terça-feira na CBOT

Às 13 h 07 (horário de Brasília), desta terça-feira (29), o contrato de novembro da soja recuava 6,75 pontos e 0,68% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 989.50/bushel. O janeiro caía 6,50 pontos e 0,65%, a US$ cents 999.50/bushel.

O mercado acompanha informações voltadas para o ritmo acelerado da colheita da oleaginosa 2020/21 dos Estados Unidos e previsão climática favorável aos trabalhos.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês), a colheita de soja no país saltou para 20% da área prevista até o dia 27 de setembro, sobre 6% na semana anterior. Os trabalhos também estão bem mais adiantados que os 6% no mesmo período de 2019 e acima da média histórica de 15% para o período.

Além disso, as lavouras em condições boas/excelentes atingiram 64% até 24 de setembro, um avanço de 2 pontos percentuais ante a semana anterior, conforme relatório do USDA.

Sendo assim, os investidores temem uma grande oferta da oleaginosa ainda em meio à pandemia, visto que o Centro de Previsão Meteorológica (WPC), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês) prevê continuidade do clima seco na maior parte do Meio-Oeste dos EUA.

Em relação à demanda, há cautela pela falta de sinais de compras de produtos agrícolas dos EUA pela China nesta semana para a continuidade do acordo comercial Fase 1 assinado em 15 de janeiro. Apesar de que o USDA reportou a venda de 100 mil toneladas da oleaginosa para o México no ano comercial 2020/21. Ontem (28), 218,30 mil toneladas da oleaginosa 2020/21 norte-americana foram vendidas para destinos não revelados.