Às 13 h 59 (horário de Brasília) desta quinta-feira (01), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) avançava 0,50 ponto e 0,81%, negociado a R$ 66,95/saca. Enquanto o março operava com alta de 0,58 ponto e 0,87%, a R$ 67,03/saca, maior patamar da história.
O cereal acompanha o movimento altista dos últimos quatro dias, prêmios de exportação estáveis e ganhos no câmbio.
Além disso, a demanda pelo cereal brasileiro permanece aquecida em meio à pandemia, enquanto a oferta interna se mantém limitada e colabora para a valorização dos contratos.
O mercado também segue de olho na previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de temperaturas elevadas e tempo seco em todas as regiões do Brasil pelos próximos dias, apesar da formação de chuvas isoladas na região central. A falta de instabilidades no país não favorece o plantio da safra de verão que já se iniciou nos últimos dias, mas colabora com a finalização da colheita da safrinha.
Internacionalmente, as influências positivas para a B3 são voltadas para a valorização de 3,75 pontos no spot do milho e 1,50 ponto no spot da soja, negociados na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o trigo mole registrava queda de 5,75 pontos.