Spot do milho finaliza a sessão em alta leve na B3                                       

No fechamento desta quinta-feira (01), às 16 h 55 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) subiu 0,18% e foi negociado a R$ 66,58/saca (no pregão anterior fechou a R$ 66,46/saca). Na máxima do dia, atingiu R$ 67,07/saca e renovou seu recorde nominal histórico. Enquanto o março ganhou 0,52%, a R$ 66,85/saca (sobre R$ 66,50/saca).

O mercado teve o dia marcado pelo movimento altista dos últimos quatro dias, prêmios de exportação estáveis e ganhos no câmbio.

Além da demanda pelo cereal brasileiro aquecida em meio à pandemia, enquanto a oferta interna se mantém limitada e colabora para a valorização dos contratos.

O mercado também se atenta às previsões climáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) neste momento de finalização da colheita da safra de inverno. As temperaturas devem permanecer elevadas com tempo seco em todas as regiões do Brasil pelos próximos dias, com baixos níveis de umidade em momento inicial de plantio de verão. Apesar da possibilidade de formação de chuvas leves e isoladas no Centro-Sul, que pode vir a atrapalhar o plantio da safra de verão em Minas Gerais e no Paraná.

Por outro lado, o extremo sul do estado de Rio Grande do Sul deve ser atingido por tempestades favoráveis para a germinação do cereal.

Na Bolsa de Chicago (CBOT), o spot do milho saltou 3,75 pontos e colaborou com os ganhos na B3, enquanto a soja ficou estável e o trigo mole recuou.