Às 08 h 15 (horário de Brasília) desta sexta-feira (02), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro recuava 5,25 pontos e 0,51%, a US$ cents 1018.25/bushel. O janeiro perdia 5,75 pontos e 0,56%, a US$ cents 1021.50/bushel.
No fechamento de quinta-feira (01), a oleaginosa operou em estabilidade, a US$ cents 1023.50/bushel e a US$ cents 1027.25/bushel, no novembro e janeiro, respectivamente.
As negociações desta sessão registram queda, após altas nas sessões anteriores, em movimento de realização de lucros. Outro fator que pesa nas negociações é que a China nesta semana não realizou nenhuma compra volumosa, acima de 100 mil toneladas, dos produtos agrícolas dos EUA.
A Argentina volta ao radar após o governo do país cortar temporariamente as taxas de exportação de soja e seus derivados, farelo e óleo, em 3 pontos percentuais para 30%. A ideia é estimular mais os embarques internacionais e aproveitar o dólar em alta ante as divisas emergentes.
Vale destacar que o mercado reagiu positivamente na véspera ao relatório de registros semanais de exportações divulgado na véspera pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) até dia 24 de setembro que totalizou 2,59 milhões de toneladas. O resultado ficou cerca de 530% acima da média de 411 mil t para atingir as projeções, mas 19% menor do que as 3,19 milhões de t na semana anterior.