Milho opera em campo misto nesta sessão noturna da CBOT

Às 08 h 31 (horário de Brasília) desta terça-feira (06), o milho na Bolsa de Chicago subia 2,00 pontos e 0,53%, a US$ cents 381.50/bushel, no dezembro. O março avançava 2,00 pontos e 0,39%, a US$ cents 391.25/bushel. Os contratos de vencimento mais distante oscilavam entre ganhos e perdas.

No fechamento de terça-feira (05), o cereal perdeu 0,25 ponto e 0,07% no contrato de dezembro, a US$ cents 379.50/bushel. O março ficou estável, a US$ cents 389.25/bushel.

Os futuros do milho têm algum suporte pela demanda, após venda para o México na véspera, mas os investidores ainda sentem a ausência chinesa nas compras de soja e do cereal norte-americano. Além disso, o avanço da colheita norte-americana do cereal ficou menor do que o esperado.

Até dia 04 de outubro, houve um salto de 10 pontos percentuais, indo para 25%. Apesar de um avanço, o mercado esperava desempenho mais parecido com o da soja, que saltou 18 pontos percentuais, informou o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) e captação da DATAGRO.

Por outro lado, o USDA também informou na véspera que os embarques do cereal norte-americano atingiram 864 mil toneladas até 1° de outubro, 26% abaixo da média semanal de 1,17 milhão de t esperada para a safra 2020/21, mas acima da semana anterior.

Vale destacar que as lavouras de milho dos Estados Unidos classificadas em condições boas/excelentes saltaram para 62% até o dia 04 de outubro, sobre 61% na semana anterior. As áreas com condição regular atingiam 25% e ruim/muito ruim representavam 13%, apontou o USDA.