Às 13 h 35 (horário de Brasília), desta terça-feira (06), o contrato de dezembro do milho registrava alta de 8,50 pontos e 2,24% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 388.00/bushel. O março subia 1,93% e 7,50 pontos, a US$ cents 396.75/bushel.
O mercado ainda acompanha a informação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) de que a colheita do cereal 2020/21 do país atingiu 25% da área prevista até 04 de outubro, bem abaixo das expectativas. Apesar do avanço semanal de 10 pontos percentuais.
Já na soja, houve um avanço de 18 pontos percentuais no mesmo período, indo de 20% para 38% da área prevista.
O movimento altista da véspera e o financeiro mais positivo nesta tarde também colaboram com os ganhos dos contratos na CBOT.
No entanto, as instabilidades não devem avançar para o Meio-Oeste dos EUA, que seguirá com chuvas isoladas de até 10 milímetros no Meio-Oeste dos EUA ainda nesta semana, segundo o Centro de Previsão Meteorológica (WPC), ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês).
Por outro lado, o mercado ainda sente falta de compras robustas do milho dos EUA acima de 100 mil t pela China desde a semana passada. O secretário de agricultura norte-americano, Sonny Perdue, também disse que não tem certeza se os chineses conseguirão cumprir o acordo comercial.
Já as lavouras de milho dos Estados Unidos em condições boas/excelentes saltaram para 62% até o dia 04 de outubro, sobre 61% na semana anterior, segundo o USDA. As áreas com condição regular atingiram 25% e ruim/muito ruim representavam 13%.