No fechamento desta quarta-feira (07), às 16 h 50 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) subiu 0,97% e foi negociado a R$ 69,42/saca (no pregão anterior fechou a R$ 68,75/saca). Na máxima do dia, atingiu o recorde nominal de R$ 69,88/saca. Enquanto o março ganhou 0,86%, a R$ 69,58/saca (sobre R$ 68,98/saca).
A sessão repercutiu o movimento altista da véspera, valorização do câmbio e o plantio lento da safra de verão. Além da a demanda aquecida e oferta limitada do cereal brasileiro.
Além disso, o mercado acompanha a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de clima seco e temperaturas elevadas para o Brasil todo nesta semana, com alerta de umidade do ar abaixo do ideal. A condição prejudica o plantio recém-iniciado da safra de verão, mas favorece a colheita da safrinha nas poucas áreas restantes.
Internacionalmente, o spot do trigo mole negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) saltou 14,75 pontos, mas a soja e o milho ficaram mistos.