Às 08 h 22 (horário de Brasília) desta quarta-feira (14), o milho na Bolsa de Chicago perdia 0,75 ponto e 0,19%, a US$ cents 390.50/bushel, no contrato dezembro. O vencimento de março recuava 1,00 ponto e 0,25%, a US$ cents 398.25/bushel.
No fechamento de terça-feira (13), o cereal subiu 2,25 pontos e 0,58% no contrato de dezembro, a US$ cents 391.25/bushel. O março avançou 2,50 pontos e 0,63%, a US$ cents /bushel.
Os futuros do milho registraram pressão nesta sessão após o relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) apontar que a área colhida do país chegou a 41% na semana até 11 de outubro, ou seja, 16 pontos percentuais acima da semana anterior.
Por outro lado, as lavouras de milho dos EUA em condições consideradas boas/excelentes caíram para 61% até o dia 11 de outubro, segundo o USDA. As regulares atingiam 25% e ruins/muito ruins representavam 14%.
Ainda há no mercado a expectativa de que a China registre compras diárias acima de 100 mil t por produtos agrícolas dos EUA nesta semana.