Às 11 h 52 (horário de Brasília) nesta sexta-feira (16), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro recuava 7,25 pontos e 0,68%, a US$ cents 1055.50/bushel. O janeiro desvalorizava 6,50 pontos e 0,61%, a cents US$ 1055.50/bushel.
Os futuros da soja operavam em campo misto mais cedo e agora registram queda nesta sessão enquanto investidores esperam novas compras chinesas dos produtos agrícolas dos EUA até o fim do dia.
Apesar disso, o novo relatório de registros semanais de exportação da safra 2020/21 divulgado hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), referente à semana até 08 de outubro, que registrou 2,63 milhões de toneladas.
Uma alta de 1,54% ante a semana anterior e bem acima da média para totalizar as projeções na safra. No período, houve registro de 1,59 milhão de t para a China, um sinal favorável para os investidores que avaliam diariamente o cumprimento do acordo comercial firmado entre Pequim e Washington no início deste ano.
Além disso, foram vendidas 175 mil toneladas de soja para destinos não revelados no ano comercial de 2020/21 nesta sexta-feira, segundo o USDA.
No radar, como fator de baixa, também está a previsão climática da América do Sul e o possível retorno da umidade nas áreas agrícolas após estiagem, favorecendo o plantio da oleaginosa.