Às 13 h 03 (horário de Brasília), desta sexta-feira (16), o contrato de novembro da soja registrava perdas de 8,50 pontos e 0,80% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 1054.50/bushel. O janeiro caía 7,75 pontos e 0,73%, a US$ cents 1053.25/bushel.
Os vencimentos passaram para o lado negativo no último pregão da semana influenciados pela movimentação técnica de realização de lucros depois das recentes valorizações e oscilações entre ganhos e perdas no início do dia.
Além da atenção voltada para a previsão climática da América do Sul e o possível retorno da umidade nas áreas agrícolas após estiagem, favorecendo o plantio da oleaginosa.
Por outro lado, repercute a informação de que o registro de exportação da soja 2020/21 dos Estados Unidos totalizou 2,63 milhões de toneladas até 08 de outubro, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). O volume ficou cerca de 1,54% acima da semana anterior e 627% acima da média de 362 mil t para atingir as projeções.
O mercado também se mantém otimista com os sinais de demanda global aquecida, principalmente a chinesa, ainda em meio às incertezas da pandemia do COVID-19. O USDA informou mais cedo que vendas de 175 mil toneladas e 216,14 mil t da soja norte-americana foram realizadas para destinos não revelados no ano comercial 2020/21.
Ontem (15), o país asiático realizou uma compra de 261 mil t da mesma safra.
Em relação ao clima nos EUA, chuvas mais volumosas devem atingir o Meio-Oeste pelos próximos cinco dias, principalmente no extremo Norte da região.