Às 08 h 25 (horário de Brasília) desta terça-feira (20), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro avançava 7,75 pontos e 0,74%, a US$ cents 1062.00/bushel. O janeiro subia 8,25 pontos e 0,78%, a US$ cents 1062.25/bushel.
No fechamento de segunda-feira (20), o contrato de novembro perdeu 4,25 pontos e 0,40%, a US$ cents 1054.25/bushel. O janeiro avançou 3,75 pontos e 0,36%, a US$ cents 1054.00/bushel.
Os futuros da soja registram alta com o relatório dos embarques da semana até dia 15 nos EUA com 2,17 milhões de toneladas, praticamente 100% acima da média semanal, porém uma queda referente à semana anterior, segundo o Departamento do Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês).
Apesar de não haver registro diário acima de 100 mil t na véspera, o mercado ainda tem expectativas em relação à demanda chinesa pelos produtos agrícolas dos Estados Unidos em honra ao acordo comercial “fase 1” firmado no início de 2020 pelas potências.
Em complemento, as condições climáticas do Brasil e o atraso histórico do plantio também seguem sendo avaliados.
Por outro lado, a colheita de soja do país saltou para 75% da área prevista até o dia 18 de outubro, sobre 61% na semana anterior, apontou o USDA, limitando avanços mais expressivos da oleaginosa no terminal. O financeiro também é monitorado com temores ligados ao coronavírus.