No fechamento desta quinta-feira (16), às 16 h 59 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) recuou 2,13% e foi negociado a R$ 81,56/saca (no pregão anterior fechou a R$ 83,34/saca). Enquanto o janeiro caiu 1,93%, a R$ 82,19/saca (sobre R$ 83,81/saca).
O mercado teve o dia marcado pela influência do movimento baixista da véspera.
Além disso, o avanço semanal no plantio do milho de verão do Centro-Sul do Brasil na última semana segue no radar. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas volumosas para as regiões Centro-Norte e Sudeste do Brasil pelos próximos dias, colaborando ainda mais para o desenvolvimento da safra.
Internacionalmente, por outro lado, a safra global de milho 2020/21 foi reduzida em 4 milhões de toneladas pelo Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês).
A desvalorização de 5,50 pontos no contrato spot da soja, 3,00 pontos no milho e 5,00 no trigo mole, negociados na Bolsa de Chicago (CBOT), também repercutiram.