No fechamento desta terça-feira (01), às 16 h 55 (horário de Brasília), o contrato de janeiro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) afundou 3,35% e foi negociado a R$ 75,42/saca (no pregão anterior fechou a R$ 78,04/saca). Enquanto o março registrou perdas de 3,32%, a R$ 75,42/saca (sobre R$ 78,01/saca).
A sessão foi fortemente impactada pela desvalorização de mais de 2% no câmbio e nos negócios na Bolsa de Chicago (CBOT).
Além da previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de tempestades na maior parte do Brasil-Central e pontos do Norte, favorecendo o desenvolvimento da safra de verão
O mercado também repercute as importações de milho no Brasil que atingiram 209 mil toneladas em novembro, uma alta de 9% sobre as 191 mil t no mês anterior, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. No acumulado do ano, as importações somam 1,13 milhão de t, ante 1,27 milhão de t no mesmo período em 2019. As exportações totalizaram 4,90 milhões de t em novembro.
Já em aspecto positivo aos preços, os embarques semanais de milho do Brasil totalizaram 1,40 milhão de toneladas até o dia 30 de novembro, 14% acima da semana anterior e cerca de 186% acima da média semanal de 489,4 mil t.