No fechamento, às 18 h 15 (horário de Brasília), desta quarta-feira (27), o Ibovespa na Bolsa Brasileira (B3) registrou queda expressiva de 0,50% e foi cotado a 115.882 pontos.
O mercado recebeu pressão da dívida pública federal que saltou 17,9%, para R$ 5,009 trilhões em 2020, o maior avanço desde o início da série histórica, em 2004.
Além disso, o mercado se mantém preocupado com o futuro econômico do Brasil em meio aos sinais de continuidade do auxílio emergencial e incertezas sobre o crescimento do coronavírus que contrariam a vacinação do país.
As desvalorizações de 5,89% nas ações da Suzano, 4,55% na Totvs e 3,78% na Intermédica também repercutiram.
Nos Estados Unidos, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (FED) decidiu manter a taxa básica de juros entre 0% e 0,25%, conforme o esperado. Apesar de que os membros sinalizaram que a crise de saúde pública continua pesando na atividade econômica e representa risco considerável à fraqueza financeira.