Às 14 h 29 (horário de Brasília), desta segunda-feira (01), o contrato de março da soja recuava 16,25 pontos e 1,19% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 1353.75/bushel. O maio caía 15,25 pontos e 1,12%, a US$ cents 1351.75/bushel.
Os vencimentos passavam para o lado negativo nesta primeira sessão de fevereiro em função dos movimentos técnicos de realização de lucros após ganhos no início do dia e na última sexta-feira (29).
O mercado também se atenta para o clima na América do Sul que deve se manter favorável para o desenvolvimento da safra, apesar de instabilidades em alguns pontos de colheita.
Além disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) reportou hoje que os embarques do país atingiram 1,792 milhão de t até o dia 28 de janeiro, queda ante a semana anterior. Mas, o volume foi considerado positivo para os preços da commodity por ficar 300% acima da média semanal projetada.
A venda de 133 mil toneladas da oleaginosa norte-americana da safra 2020/21 para as Filipinas também tentava limitar as perdas do dia, além das vendas do milho também reportadas pelo USDA.