Às 12 h 09 (horário de Brasília) desta quinta-feira (25), o milho cotado na Bolsa Brasileira recuava 0,66 ponto 0,70% no contrato de maio, negociado a R$ 93,75/saca. O julho registrava queda de 0,41 ponto e 0,46%, a R$ 88,89/saca.
Os vencimentos passaram para o lado negativo nesta sessão com pressão do financeiro e movimentos técnicos de realização de lucros após valorização de mais de 1% na véspera.
O mercado também teme pela redução da demanda do cereal com os feriados prolongados que foram antecipados para a próxima semana em alguns estados do Brasil, a fim de reduzir a circulação das pessoas em meio ao recente agravamento da pandemia do coronavírus.
Além disso, o Centro-Sul do país deve ter os próximos dias marcados pelo tempo seco, com leves chuvas isoladas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A condição deve favorecer ainda mais a colheita do milho de verão 2020/21, mas atrapalhar o plantio da safra de inverno.
O acompanhamento das desvalorizações na Bolsa de Chicago (CBOT) também repercute na B3, sendo -19,75 pontos no spot da soja, -13,25 pontos no trigo mole e -9,25 pontos no milho.