Às 12 h 04 (horário de Brasília) desta segunda-feira (12), o milho cotado na Bolsa Brasileira avançava 1,07 ponto 1,06% no contrato de maio, negociado a R$ 101,52/saca. Mais cedo, renovou seu recorde ao atingir R$ 101,75/saca. O julho subia 0,92 ponto e 0,96%, a R$ 96,80/saca.
Os vencimentos davam continuidade aos ganhos nos últimos dois pregões, renovando o patamar recorde do preço por saca na B3.
Além da atenção às dificuldades do desenvolvimento do milho segunda safra 2020/21 em partes do Centro-Sul do Brasil.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também informou que uma frente fria associada a um ciclone extratropical que atingiu a região Sul durante o final de semana deve continuar provocando chuvas volumosas em suas principais lavouras e nas do Sudeste a partir de hoje (12).