No fechamento desta quarta-feira (14), às 17 h 02 (horário de Brasília), o contrato de maio do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) registou forte queda de 2,84% e foi negociado a R$ 100,92/saca (no pregão anterior fechou a R$ 103,87/saca). Mais cedo, renovou seu recorde ao atingir R$ 105,17/saca. Na máxima do dia atingiu o recorde de R$ 103,90/saca. O julho recuou 2,58% a R$ 96,74/saca (sobre R$ 99,31/saca).
No ano, o milho já acumula valorização de 28,01%.
Após quatro dias registrando preços recordes, o mercado do cereal passou para o lado negativo no final desta sessão realizando lucros e acompanhando o movimento negativo do câmbio.
Apesar disso, o salto de mais de 4% no preço spot do petróleo WTI negociado na Bolsa de Nova Iorque e a forte valorização em soja, milho e trigo mole na Bolsa de Chicago (CBOT) sustentaram a maior parte do dia.
A DATAGRO Consultoria também reportou nesta semana que a colheita do cereal de verão 2020/21 atingiu 75,6% da área esperada até o dia 9 de abril, ainda representando atraso ante média dos últimos cinco anos de 82,2%.