Produtores de batata-doce estão elevando os resultados das lavouras e obtendo até 17 toneladas por hectare. O resultado é impulsionado por uma tecnologia desenvolvida pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), que insiste em uma limpeza fitossanitária da planta.
A Apta de Presidente Prudente (SP), maior região produtora de batata-doce do Estado, identificou que os maiores entraves na produção eram os problemas fitossanitários, com reflexos negativos na produtividade da cultura. Para ajudar a solucionar os problemas, pesquisadores da Agência começaram a multiplicar ramas de batata-doce a partir de matrizes livres de vírus.
A pesquisadora da Apta Sônia Maria Montes destaca que houve incremento de 22% na produtividade da batata-doce em Presidente Prudente, Araçatuba e Sorocaba nos últimos três anos. “Temos observado em alguns produtores selecionados produtividade média de 15 a 17 toneladas por hectare”, afirmou.
A nova tecnologia estará a mostra aos produtores durante a Agrishow 2017.
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