Anunciado na última quarta-feira (07), em Brasília pelo presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, o Plano Safra 2017/18 irá colocar à disposição dos médios e grandes produtores rurais R$ 190,25 bilhões em crédito.
O volume para custeio e comercialização será de R$ 150,25 bi, sendo R$ 116,25 bi com juros controlados (taxas fixadas pelo governo) e R$ 34 bi com juros livres (livre negociação entre a instituição financeira e o produtor). O montante para investimento saltou de R$ 34,05 bi para R$ 38,15 bi, aumento de 12%. O apoio à comercialização terá 1,4 bi.
Quanto aos juros, houve redução de um ponto percentual ao ano nas linhas de custeio e de investimento e, de dois pontos percentuais ao ano nos programas prioritários voltados à armazenagem (Programa para Construção e Ampliação de Armazéns/PCA – 6,5% a.a.) e à inovação tecnológica na agricultura (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária/Inovagro – 6,5% a.a.).
No custeio, os juros caíram de 8,5% ao ano e 9,5% ao ano para 7,5% e 8,5%, respectivamente. O mesmo aconteceu para os programas de investimento, à exceção do PCA e Inovagro, nos quais a taxa foi fixada em 6,5% ao ano.
O novo plano destinará R$ 1,6 bilhão para investimento em armazenagem, R$ 9,2 bi – aumento de 82,2% para o Moderfrota e R$ 550 milhões para subvenção do seguro rural, avanço de 37,5%.