O Banco do Brasil informou que estuda a contratação de novas operações ou necessidade de prorrogação de contratos vigentes, dependendo da solicitação de cada cliente, a medida atende a uma solicitação feita pela Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul).
“O atual panorama econômico exige uma flexibilidade nas negociações. Esta decisão permite que o produtor tenha tranquilidade na hora de negociar o seu rebanho e, assim, com maior prazo, consiga liquidar seus compromissos com a instituição financeira”, destacou o presidente da Famasul, Mauricio Saito.
As medidas anunciadas atingem a tradicional linha de Custeio Pecuário MCR e a recém lançada Custeio Pecuário LCA, que possibilita a retenção de bovinos e suínos, com taxas que oscilam entre 9,25% e 11% ao ano.
Outras ações estão planejadas para fomentar a atividade pecuária no Estado. No último dia no dia 21, a Famasul, Acrissul, MNP – Movimento Nacional dos Produtores e a Associação Sul-mato-grossense Novilho Precoce pediram ao Governo alternativas para estimular a venda de gado em pé, prontos para abate. “Solicitamos a diminuição da alíquota dos atuais 12% para 7%. Avaliamos que essa queda do imposto pago em transações interestaduais para animais vivos poderá aumentar a competitividade e reduzir os impactos do atual cenário econômico”, ressaltou Mauricio Saito.
